sonetos pra provocar risos aos corpos unidos
a língua doida que enlouquece o pé do ouvido
sussurros que envergonham a sua face desnuda
de maquiagem e de medos e de ansiedades
não foge de mim a vontade dos seus líquidos
não há em mim a recusa dos seus vícios
não reage a resposta negativa em nada
nunca é não...nunca é não...nunca
canta a música que arrebenta meu peito
infecciona todo e dói de amor
gira o kama sutra todo em posições
com prazeres que arrebentam meus interiores
envenena o abissinto num verde esverdeado
turvando minha visão já irreal
é o romantismo dos séculos passados
as doenças de Vênus todas esquecidas
o meu piolho que foge para o seu cabelo
más é você que entoa e dá ritmo a balada.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
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