tem dias que se parecem com ontem
tem uns que nem se esquece
outros se perdem na sequência
só mais um dia
só mais uma marca no calendário
e outra frustração no currículo
e a luz negra dos seus olhos chega
pra colorir a noite escura
em vermelho mercúrio vivo
e em outras cores brilhantes
me cega a mente
me tira a última luz
me abadone cego
me cegue
não quero ver outro dia nascer.
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
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Um comentário:
Aí Beto, aqui é o Danilo, lá da escola. Cara, você tem poesias muito, muito boas. E esta "a síndrome" eu achei simplesmente fantástica.
Já linkei seu blog no meu. Vê se aparece lá.
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